sexta-feira, 1 de maio de 2015

Congressos Médicos e Experiências



Estou neste exato momento no Congresso Mundial do Cérebro, Comportamento e Emoções - 2015, em Porto Alegre.

Por que ainda participamos de congressos em  pleno 2015 ?

 Todas as palestras que assisto aqui podem ser acessadas online pelo valor de 250 reais.

Congressos médicos podem desaparecer com os anos, mas acredito que continuaremos  indo a congressos em busca de experiências! 

Que outro lugar teríamos a oportunidade de reencontrar colegas e trocar experiências?

Estou falando do intercâmbio de ideias, da convivência recreacional, da socialização, do afastamento das rotinas estafantes de trabalho. Estou falando de turismo também. Viajar nos possibilita desligar do dia-a-dia e recarregar as baterias.

O que eu posso aprender em 3 dias de convivência com os colegas é mais do que posso aprender solitariamente no consultório por meses. Isso porque terei acesso  à perspectiva de alguém que entende  e lida com os mesmos dilemas e angústias que enfrento profissionalmente.

Temos os jantares, os cafezinhos, os lanches, o hotel, o café da manhã do hotel, os espetáculos culturais e muito mais. É uma gama de atividades que chacoalha a nossa rotina de trabalhar e trabalhar e trabalhar.

Aprendi várias coisas novas dentro das salas de estudo e mais ainda fora delas.
Reencontrei colegas de residência médica, que me enriqueceram com as suas percepções.

Claro que , para acessar os conteúdos online por 250 reais, é preciso pagar a inscrição, que custou muito mais. E quando vamos a congressos, deixamos de atender os pacientes e ficamos sem remuneração.

Resumindo,  investimos muito para irmos a congressos, e graças ao apoio científico de alguns laboratórios, podemos ir a congressos com mais frequência que poderíamos sem esse suporte. Tudo isso dentro da lei, dentro das regras da ANVISA. 

Sem essas condições todas, ficaria inviável participar dos eventos. 

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